Artigos sobre socorrismo.
Perguntas reais, respondidas com rigor pela nossa equipa de formadores.
Primeiros socorros nas empresas: o que a lei obriga
A Lei 102/2009 exige que cada empresa tenha uma estrutura interna de emergência e primeiros socorros — e classifica a falha como contraordenação muito grave.
Quantos socorristas deve ter a sua empresa?
A lei portuguesa não fixa um rácio. O que determina o número certo são os turnos, a dispersão das instalações e o tempo até ao socorro externo.
Kit de primeiros socorros no trabalho: o que deve mesmo ter
A caixa comprada em promoção costuma ter muito penso rápido e pouco do que interessa. O que conta é ajustar o conteúdo ao risco real da atividade.
Engasgamento no trabalho: os segundos que decidem
A cantina e a copa são onde mais acontece. Distinguir a obstrução ligeira da grave é o que determina se se deve encorajar a tosse ou intervir de imediato.
Queimaduras no trabalho: o que fazer nos primeiros minutos
Água corrente à temperatura ambiente durante vinte minutos é a medida que mais reduz a profundidade da lesão. Quase tudo o resto que se costuma fazer piora o quadro.
Como escolher uma entidade formadora certificada
Nem toda a formação dá certificado com valor. O que distingue uma entidade certificada pela DGERT, e como confirmar antes de contratar.
Como reconhecer uma paragem cardiorrespiratória em segundos
Os sinais que distinguem uma emergência real de um simples desmaio — e porque a dúvida nunca deve travar a ação.
SBV pediátrico: o que muda em bebés e crianças
A reanimação em idade pediátrica não é uma versão mais pequena da do adulto — começa de forma diferente.
Porque é que todas as empresas deviam ter um DAE
A cada minuto sem desfibrilhação, as hipóteses de sobrevivência a uma paragem cardíaca caem de forma acentuada.